
Mais de 3,2 mil militares ianques foram mortos ou ficaram feridos durante a primeira semana de retaliação iraniana contra os ataques coordenados com a entidade sionista autoproclamada “israel”, iniciados no dia 28 de fevereiro. A informação é da imprensa iraniana, citando um alto funcionário da inteligência do país.
Ao todo, mais de 200 ianques foram mortos durante os bombardeios iranianos às bases militares do EUA na região do Golfo Pérsico e ao menos 3 mil ficaram feridos.
O relatório apresentado afirmou que o Pentágono possui grandes problemas de logística, com 43% do armamento ianque na região destruído ou inutilizável com a retaliação histórica da nação iraniana.
Citando as perdas, o relatório aponta a destruição de 150 plataformas de lançamento de mísseis e a inutilização de 23 sistemas de defesa antiaérea Patriots. Agravando a humilhação ianque, ao menos 37 aeronaves, dentre helicópteros, caças e drones.
Ao todo, a Guarda Islâmica do Irã realizou ao menos 64 ondas de ataques retaliatórios da Operação “Verdadeira Promessa 4”, atingindo as posições do imperialismo ianque e sua marinha, além do território palestino ocupado pela entidade sionista.
Em um ato de fúria, a Guarda Islâmica retaliou as monarquias reacionárias do Golfo neste dia 19 de março após um ataque sionista, coordenado pelo imperialismo ianque contra o campo de gás South Pars, parte da maior reserva de gás do mundo, fundamental para o abastecimento das residências do povo iraniano. No Kuwait e na Arábia Saudita, os alvos foram as refinarias de petróleo, enquanto no Qatar a “Cidade Industrial de Ras Laffan”, a maior no mundo em processamento de gás liquefeito, foi atingida, resultando em grandes danos à sua infraestrutura. No Emirados Árabes Unidos, o alvo foi a base aérea Al Minhad, conhecida por abrigar militares britânicos e australianos.
Após a retaliação, o Irã exigiu a retirada de todos os agentes ianques e o fim da exportação de petróleo para o EUA e qualquer país que esteja apoiando a coligação ianque/sionista nos ataques contra a nação e o povo iraniano.
Dois porta-aviões ianques fogem do campo de batalha
Os dois porta-aviões ianques destacados para os ataques contra a nação e povo iranianos se retiraram do campo de batalha. A Guarda Islâmica do Irã já havia noticiado no dia 13 de março que ataques atingiram o USS Abraham Lincoln enquanto este estava estacionado a 340 quilômetros do Mar de Omã. O Pentágono se recusou a confirmar ou negar os ataques.
Esta não é a primeira vez que o Lincoln padece de suas atividades no “teatro de operações”. Em 12 de novembro de 2024, as Forças Armadas do Iêmen, comandadas pelo Ansarallah, anunciaram que atingiram o porta-aviões da classe Nimitz utilizando drones e mísseis balísticos, forçando sua retirada imediata.
O medo dos mísseis iemenitas, aliás, parece ter se tornado um verdadeiro trauma para a Marinha ianque. O USS Gerald Ford, da classe homônima, chegou no Mar Vermelho após enfrentar uma verdadeira crise intestinal à sua grandiosa estrutura e deixou as dependências do mar palestino ocupado pela entidade sionista, evitando passar pelo Estreito de Babelmandêbe, controlado pelo Ansarallah. Ao todo, mais de 60 banheiros deixaram de funcionar enquanto ainda transitava pelo Canal de Suez.
Após duas semanas de operações, o porta-aviões sofreu um incêndio, supostamente na lavanderia, que teria consumido boa parte da estrutura interna do navio. O fogo teria demorado mais de 30 horas para ser contido pela “poderosa” marinha ianque, consumindo mais de 600 camas, forçando os marinheiros a dormir no chão.
Segundo a imprensa grega Kathimerini, o Ford está a caminho da Ilha de Creta, onde será submetido a reparos que devem durar ao menos uma semana. A notícia não retirou a possibilidade de o incêndio ter sido causado por um motim interno. O fato é que seja no psicológico dos marinheiros ianques, seja na precária estrutura, o porta-aviões, que foi utilizado nos ataques contra a nação venezuelana de 3 de janeiro, demonstra suas incapacidades em atuar de médio a longo prazo.
Procurando mitigar a perda dos dois porta-aviões, o imperialismo do EUA anunciou o envio de 2,5 mil fuzileiros navais a bordo de três navios de guerra. Este será mais um manejo de forças ianques do Pacífico para o Oriente Médio, a exemplo do Lincoln, atualmente inoperável. Estima-se que há aproximadamente 50 mil militares ianques na região.
Irã anuncia que utilizará equipamento mais moderno nas próximas retaliações
O porta-voz do Exército iraniano, o general Mohammad Akrami Niya, afirmou que utilizará equipamentos de ataque mais modernos contra as posições do imperialismo ianque e a entidade sionista, afirmando que serão importantes para o objetivo iraniano: formar uma nova ordem regional sem a presença do EUA, afirmando que os ianques hoje são incapazes de proteger seus negócios no Oriente Médio.
O general apontou a determinação do Irã em vingar a morte de 80 marinheiros iranianos e 20 desaparecidos a bordo do Destróier persa Dena, além de impor uma forte retaliação pela morte do chefe de segurança e ex-presidente do parlamento iraniano Ali Larijani.
