
Compacto o suficiente para ser transportado no bolso, o powerbank pode causar uma pausa na inspeção de segurança nos aeroportos.
Para aqueles que costumam realizar voos entre Rio de Janeiro e São Paulo, é aconselhável verificar as especificações do dispositivo antes de sair: tanto a capacidade quanto o local onde ele será armazenado podem exigir uma checagem extra.
A norma principal estabelece que o carregador portátil deve ser mantido na cabine. Ele não deve ser colocado na mala despachada devido ao potencial risco de superaquecimento da bateria. Caso a bagagem de mão precise ser despachada no portão, o passageiro deverá retirar o powerbank.
As exigências específicas podem variar conforme a companhia aérea.
A LATAM permite que cada passageiro leve até duas unidades com capacidade de até 100 Wh.
Esses dispositivos devem estar facilmente acessíveis, guardados em uma mochila ou bolsa sob o assento à frente, e é importante lembrar que não podem ser utilizados para carregar outros equipamentos nem conectados às tomadas disponíveis na aeronave durante o voo. A empresa proíbe a presença de power banks com capacidade superior a 100 Wh.
Por outro lado, a GOL menciona que baterias de íon-lítio com capacidades entre 100 e 160 Wh requerem autorização prévia. Assim, é essencial verificar as normas da companhia que irá operar o voo antes da viagem.
É prudente também garantir que a capacidade da bateria esteja claramente visível no dispositivo. Uma rápida verificação antes de fazer as malas pode evitar contratempos durante a segurança e agilizar o processo para aqueles que têm um voo agendado.
Esse assunto faz parte das preocupações dos passageiros que VEJA RIO e VEJA SÃO PAULO buscam explorar melhor por meio da pesquisa Os Melhores da Ponte Aérea. O estudo incentiva os leitores a avaliarem marcas, serviços e experiências ao longo do trajeto entre essas duas cidades.
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