Guarda Revolucionária do Irã ameaça acabar com ‘Satanyahu’

Enquanto o carniceiro Donald Trump tenta, por meio de bravatas e terrorismo aéreo, dobrar a espinha dorsal da nação iraniana, a Guarda Revolucionária do Irã (GRI) emitiu um veredito implacável: a promessa de caçar e aniquilar o fuhrer nazi-sionista, Benjamin Satanyahu. “Se este criminoso assassino de crianças estiver vivo, continuaremos a persegui-lo e matá-lo com toda a força”, declarou a Guarda em seu portal oficial, selando o destino de Satanyahu.

A declaração de guerra direta ao chefete sionista ocorre no momento em que a farsa da “coalizão internacional” de Trump demonstra estar indo por água abaixo. Em um revés diplomático humilhante para o “Grande Satã”, EUA, ao menos oito países — Alemanha, Espanha, Itália, Grécia, Dinamarca, Japão, Austrália e Reino Unido — rejeitaram abertamente o pedido de Washington para enviar navios militares ao Estreito de Ormuz. Enquanto isso, Coreia do Sul e Holanda afirmaram que estariam avaliando. O ministro da Defesa da Alemanha, Boris Pistorius, afirmou que “esta não é a nossa guerra, nós não a começamos”, expondo a fragilidade do apoio europeu à aventura genocida ianque que já martirizou mais de 1.300 iranianos, incluindo 223 mulheres e 202 crianças.

O ex-chefe do Estado-Maior do Reino Unido, o general Nick Carter, afirmou em entrevista ao monopólio de imprensa imperialista BBC, que a OTAN não “foi uma aliança projetada para que um dos aliados lançasse uma guerra por escolha e obrigasse todos os demais a seguir”. “Não sei se este é o tipo de OTAN a que todos nós gostaríamos de pertencer.”

Frente ao isolamento, Trump chegou a quase implorar alguma atitude do governo da China. “Acho que a China também deveria ajudar na reabertura, pois o país importa 90% de seu petróleo pelo Estreito de Hormuz”, declarou o canibal Trump como ameaça de não realizar sua visita ao país asiático caso a China não intervenha no conflito.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, zombou do humilhante pedido de ajuda de Trump aos países europeus. “Eles realizaram ataques em grande escala e novamente repetiram a exigência de rendição incondicional. Hoje, aproximadamente 15 dias desde o início da guerra, eles estão recorrendo a outros países em busca de ajuda para garantir a segurança do Estreito de Ormuz e mantê-lo aberto”, afirmou.

“Do nosso ponto de vista, o estreito está aberto; ele só está fechado para nossos inimigos e para aqueles que realizaram uma agressão injusta contra nosso país”, complementou.

Invasão do Líbano e o desespero de Netanyahu

No flanco ocidental, a entidade nazi-sionista iniciou nesta segunda-feira uma invasão terrestre no sul do Líbano, sob o eufemismo de “operações limitadas”. Na prática, é mais uma agressão ilegal que já deslocou 800 mil libaneses e martirizou 850 pessoas, entre as quais 107 crianças. O objetivo sionista é tentar desmantelar a infraestrutura do Hezbollah, aliado estratégico da resistência iraniana e palestina, mas as forças de repressão israelenses já enfrentam uma resposta coordenada que atingiu o coração de Tel Aviv em 23 pontos distintos, utilizando bombas de fragmentação que furam o sistema de defesa aérea do enclave.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, em um gesto patético de propaganda, publicou um vídeo em uma cafeteria para provar que ainda possui apenas cinco dedos nas mãos. Ele fez isso na tentativa de rebater os rumores de sua morte e de manipulação por inteligência artificial nos vídeos publicados pelo enclave.

Crise energética e o isolamento do Grande Satã

O imperialismo ianque divulgou vídeos que expõem a covardia de seus ataques à Ilha de Kharg, território de importância vital para a economia iraniana. A ilha, localizada a menos de 25 km da costa iraniana, é o coração pulsante da soberania econômica do país, sendo responsável por 90% das exportações de petróleo. Ao atingir o que Trump chama de “joia da coroa”, o imperialismo ianque busca asfixiar a economia iraniana e tornar a vida das massas daquele país insustentável, embora o magnata ianque cinicamente afirme ter mirado apenas “alvos militares” para evitar o colapso imediato do mercado global de energia, do qual o próprio Estados Unidos é dependente.

O pânico tomou conta dos mercados financeiros e do imperialismo ianque com a manutenção do bloqueio estratégico no Estreito de Ormuz, mesmo após o ataque. Por essa via, circula 20% do petróleo mundial, e o Irã já deixou claro que o acesso está fechado para o “inimigo e seus asseclas”. O porta-voz do comando militar iraniano, Ebrahim Zolfaqari, lançou um alerta que fez tremer as bolsas de valores: o mundo deve se preparar para o petróleo atingir US$ 200 por barril. “O preço depende da segurança regional que vocês desestabilizaram”, fustigou Zolfaqari, apontando que a autodefesa iraniana agora mira também instituições bancárias que colaboram com o eixo ianque-sionista.

O embaixador do Irã na Organização das Nações Unidas (ONU), Ali Bahreini, denunciou em Genebra que o “militarismo imprudente” de Trump coloca em risco a vida de 90 milhões de pessoas, mas advertiu que o Irã não se submeterá. A infraestrutura de autodefesa continua operante, atingindo centros de comunicações e unidades policiais dentro do território ocupado por Israel, provando que a resistência é ativa e letal.

Enquanto Washington tenta asfixiar Teerã, a resposta da Resistência não se fez esperar. No sábado, 14 de março, a embaixada do Estados Unidos em Bagdá, um antro de espionagem e coordenação do imperialismo no Iraque, foi alvo de um ataque preciso com mísseis. O grupo iraquiano Kataib Hezbollah, aliado da resistência iraniana, reivindicou a ação que atingiu o heliporto da embaixada, situado na chamada “Zona Verde”. A resposta de Trump foi o anúncio do envio de mais três navios de guerra e uma força expedicionária de 2,5 mil fuzileiros navais, que se somarão aos mais de 50 mil militares que já operam como forças de repressão na Ásia Ocidental.

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