Paulinho da Viola defende a importância de escutar também vozes contrárias

Neste sábado (18), Paulinho da Viola se apresenta no Qualistage, trazendo seu novo espetáculo, Quando o Samba Chama.

Ele explica que a palavra ‘chama’ simboliza uma convocação e evoca a ideia de uma luz acesa. “O samba é assim, uma música que permanece viva mesmo com tantas transformações ao longo do tempo”, destacou.

<spanCom 83 anos, o artista revelou que está trabalhando em novas composições para um futuro álbum. “Tenho essa intenção, mas quero descobrir a melhor forma de apresentar isso ao público”, comentou, mantendo sua habitual humildade.

Ao ser questionado sobre se algo permanece inalterado após seis décadas de carreira, ele compartilhou: “Ainda sou um pouco tímido, embora isso tenha melhorado bastante”.

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<spanNo ano anterior, o ícone da Portela uniu forças com artistas como Caetano Veloso e Gilberto Gil para protestar contra o projeto de lei da dosimetria, que visava diminuir penas para criminosos.

“É fundamental respeitar as normas democráticas que foram conquistadas com tanto esforço. Acredito que o ambiente atual ainda é hostil para um debate construtivo, mas precisamos procurar compreender as insatisfações de toda a sociedade, e não apenas das vozes que nos apoiam”, aconselhou.

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