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Estados Unidos se rendem: admitam que não poderão reabrir o Estreito de Ormuz
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Estados Unidos se rendem: admitam que não poderão reabrir o Estreito de Ormuz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua equipe acreditam que não possuem capacidade de reabrir o Estreito de Ormuz, elemento estratégico que tem mantido a superioridade do Irã na guerra, de acordo com fontes da Casa Branca. O imperialismo norte-americano reconhece a importância de reabrir o ponto de estrangulamento do petróleo controlado pelo Irã como um objetivo crucial para lidar com pressões internas e internacionais decorrentes dos altos preços do petróleo e gás. A situação de controle do Irã tem se tornado um grande problema para a facção do partido Republicano que se prepara para as eleições parlamentares de novembro. No entanto, membros do governo reconhecem que não podem atingir seus objetivos militares rapidamente e, ao mesmo tempo, prometer reabrir o estreito dentr...
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Internacionalmente isolados, EUA questionam liderança de Trump internamente.

Nesta terça-feira, 17 de março, o diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo do governo ianque, Joseph Kent, renunciou ao cargo em protesto a guerra contra o Irã. Em carta enviada ao canídeo Donald Trump, Kent, um veterano da reação com 11 missões de “combate ao terrorismo” em nome do imperialismo ianque, admitiu que o Irã não representava "ameaça iminente" e que o Estados Unidos foi arrastado por pressão da entidade sionista “israel” e de seu “poderoso lobby” no EUA. O ex-diretor afirmou que Trump abandonou sua plataforma de "América Primeiro" para repetir o desastroso erro da Guerra do Iraque. O impacto é devastador para a imagem de "líder decidido" que o republicano tenta manter, revelando que mesmo entre os setores mais conservadores do aparelho de inteligência, a agressão ao Ir...
Os EUA registram mais de 3,2 mil baixas em semana de confrontos com o Irã.
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Os EUA registram mais de 3,2 mil baixas em semana de confrontos com o Irã.

Mais de 3,2 mil militares ianques foram mortos ou ficaram feridos durante a primeira semana de retaliação iraniana contra os ataques coordenados com a entidade sionista autoproclamada “israel”, iniciados no dia 28 de fevereiro. A informação é da imprensa iraniana, citando um alto funcionário da inteligência do país. Ao todo, mais de 200 ianques foram mortos durante os bombardeios iranianos às bases militares do EUA na região do Golfo Pérsico e ao menos 3 mil ficaram feridos. O relatório apresentado afirmou que o Pentágono possui grandes problemas de logística, com 43% do armamento ianque na região destruído ou inutilizável com a retaliação histórica da nação iraniana. Citando as perdas, o relatório aponta a destruição de 150 plataformas de lançamento de mísseis e a inutilização de 23 si...
Irã provoca aumento nos preços do petróleo ao controlar Estreito de Ormuz, pressionando os Estados Unidos.
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Irã provoca aumento nos preços do petróleo ao controlar Estreito de Ormuz, pressionando os Estados Unidos.

Nesta segunda-feira, dia 9 de março, o mercado financeiro foi impactado com o preço do barril do petróleo atingindo 119 dólares. Esse aumento representa um crescimento de 65% desde o início da agressão militar ao Irã em 28 de fevereiro. Atualmente, o controle do Estreito de Ormuz pelo Irã, responsável por 20% da produção global de petróleo, coloca o imperialismo em uma situação complicada. Analistas apontam que essa alta no preço do petróleo, que não dá sinais de diminuição, terá um impacto significativo na história econômica, promovendo um abalo de grandes proporções. No início de janeiro deste ano, o preço do barril do petróleo estava em torno de 60 dólares. Após o sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro, esse valor subiu para 70 dólares. Atualmente, o preço está em 100 dólar...
Manifestações contra a invasão ao Irã se espalham pelo globo, mobilizando centenas de pessoas.
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Manifestações contra a invasão ao Irã se espalham pelo globo, mobilizando centenas de pessoas.

Após a agressão covarde de EUA e da entidade nazi-sionista ao Irã, as massas de diversos países, como Paquistão, Iraque, Tunísia e Venezuela, ocuparam as ruas pedindo o fim de mais uma guerra de interesse imperialista contra o povo. As agressões geraram revoltas em todo o mundo, em que as massas ocuparam as ruas para demonstrar repúdio à guerra imperialista e apoio à soberania e ao povo do Irã. A capital Teerã também foi ocupada por manifestantes contrários à ação ianque-sionista, que entoaram gritos de “Morte à América” (referência ao imperialismo ianque, que intitula a si mesmo como “América”). No Brasil, a Liga Anti-Imperialista (LAI) tem convocado manifestações contra a interferência ianque em diversos países. As cidades de Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Maringá, Dourad...
EUA aumenta sua solidão global com ataque militar ao Irã
Mundo

EUA aumenta sua solidão global com ataque militar ao Irã

A guerra de agressão iniciada por Estados Unidos (EUA) e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro aprofundou o isolamento político internacional de Washington e Tel Aviv, inclusive entre potências imperialistas intermediárias (o “segundo mundo”) e aliados tradicionais que, em outras crises, costumam ou costumavam se alinhar mais rapidamente à Casa Branca. Em vez de uma adesão aberta à escalada militar, o que predominou nos dias seguintes foram apelos à “contenção”, à “diplomacia” e ao “respeito ao direito internacional”, além de críticas mais duras vindas de potências como China e Rússia e de países semicoloniais como Brasil e África do Sul. O próprio agravamento da guerra levou o Conselho de Segurança da ONU a realizar reunião de urgência no dia seguinte ao ataque. No caso europeu, a demon...
Como as novas políticas migratórias de Trump afetam a vida dos brasileiros nos EUA
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Como as novas políticas migratórias de Trump afetam a vida dos brasileiros nos EUA

230 mil brasileiros residem no país sem documentação regular e, por isso, correm o risco de serem deportadosA reeleição de Donald Trump trouxe consigo uma série de políticas migratórias mais rígidas, o que impacta diretamente os 2,085 milhões de brasileiros que vivem nos Estados Unidos de acordo com o Ministério das Relações Exteriores. Medidas como a declaração de emergência na fronteira sul, a tentativa de revogar a cidadania por nascimento e a intensificação das deportações têm gerado apreensão entre os imigrantes.Dados do Departamento de Segurança Interna dos EUA indicam que aproximadamente 230 mil brasileiros residem no país sem documentação regular - são esses que estão na mira do departamento de imigração. No primeiro mandato de Trump, entre 2017 e 2020, cerca de 935 mil pessoas for...