Tag: imperialismo

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Irã representa um revés estratégico mais significativo que o Vietnã para o imperialismo americano, diz Foreign Policy

A publicação americana Foreign Policy trouxe à tona, em 16 de junho, uma análise que considera a derrota dos Estados Unidos na guerra contra o Irã como “mais significativa que o Vietnã”. O autor do artigo, Paul Musgrave, que é professor associado de governo na Universidade Georgetown, localizada no Catar, destaca que a ofensiva iniciada por Donald Trump contra Teerã resultou em um “desastre estratégico” para Washington. Musgrave classifica a guerra contra o Irã como uma “guerra de escolha” promovida por Washington e a descreve como uma “calamidade estratégica” para o imperialismo americano. Ele observa que, apesar da Guerra do Vietnã ter causado um número significativamente maior de baixas entre os soldados estadunidenses, as repercussões geopolíticas da derrota frente ao Irã são mais sev...
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Ormuz se transforma em ferramenta de resistência contra a opressão imperialista, destaca AND

No episódio A Propósito #367, veiculado em 11 de junho no canal da AND no YouTube, o diretor-geral do veículo, Victor Bellizia, destacou que o domínio do Irã sobre o Estreito de Ormuz se tornou uma ferramenta crucial de dissuasão e retaliação econômica contra a hegemonia estadunidense. Sua declaração foi feita durante um debate sobre as reações do Irã aos ataques provenientes dos Estados Unidos (EUA) e de grupos nazistas-sionistas. Confira um trecho do programa: Bellizia observou que, apesar da postura agressiva de Trump em relação ao Irã, o ex-presidente acabou recuando diante da dificuldade em neutralizar a influência estratégica que Teerã exerce sobre o Estreito de Ormuz. Segundo ele, essa situação não deve ser interpretada como uma oportunidade concedida por Trump para negociaç...
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Irã responde com ataque a base americana após recente ação dos EUA

No dia 28 de maio, o Corpo dos Guardiões da Revolução Islâmica do Irã (CGRI) anunciou que, às 4h50 no horário local, realizou um ataque a uma base aérea das forças dos Estados Unidos em resposta ao que qualificou como um novo ataque americano nas proximidades do aeroporto de Bandar Abbas, localizado no sul do Irã. O comunicado foi veiculado por agências estatais iranianas, como Tasnim e Press TV, mas não especificou qual base foi alvo da operação. Investigações e relatos da região sugerem que a instalação visada estaria situada no Kuwait, embora essa informação ainda não tenha sido confirmada oficialmente pelo CGRI. The Iranian Revolutionary Guard Corps released footage showing its response to the US aggression carried out at dawn in the Bandar Abbas region. pic.twitter.com/7HfBCstZzA&md...
Estados Unidos se rendem: admitam que não poderão reabrir o Estreito de Ormuz
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Estados Unidos se rendem: admitam que não poderão reabrir o Estreito de Ormuz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua equipe acreditam que não possuem capacidade de reabrir o Estreito de Ormuz, elemento estratégico que tem mantido a superioridade do Irã na guerra, de acordo com fontes da Casa Branca. O imperialismo norte-americano reconhece a importância de reabrir o ponto de estrangulamento do petróleo controlado pelo Irã como um objetivo crucial para lidar com pressões internas e internacionais decorrentes dos altos preços do petróleo e gás. A situação de controle do Irã tem se tornado um grande problema para a facção do partido Republicano que se prepara para as eleições parlamentares de novembro. No entanto, membros do governo reconhecem que não podem atingir seus objetivos militares rapidamente e, ao mesmo tempo, prometer reabrir o estreito dentr...
EUA aumenta sua solidão global com ataque militar ao Irã
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EUA aumenta sua solidão global com ataque militar ao Irã

A guerra de agressão iniciada por Estados Unidos (EUA) e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro aprofundou o isolamento político internacional de Washington e Tel Aviv, inclusive entre potências imperialistas intermediárias (o “segundo mundo”) e aliados tradicionais que, em outras crises, costumam ou costumavam se alinhar mais rapidamente à Casa Branca. Em vez de uma adesão aberta à escalada militar, o que predominou nos dias seguintes foram apelos à “contenção”, à “diplomacia” e ao “respeito ao direito internacional”, além de críticas mais duras vindas de potências como China e Rússia e de países semicoloniais como Brasil e África do Sul. O próprio agravamento da guerra levou o Conselho de Segurança da ONU a realizar reunião de urgência no dia seguinte ao ataque. No caso europeu, a demon...