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Irã provoca aumento nos preços do petróleo ao controlar Estreito de Ormuz, pressionando os Estados Unidos.
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Irã provoca aumento nos preços do petróleo ao controlar Estreito de Ormuz, pressionando os Estados Unidos.

Nesta segunda-feira, dia 9 de março, o mercado financeiro foi impactado com o preço do barril do petróleo atingindo 119 dólares. Esse aumento representa um crescimento de 65% desde o início da agressão militar ao Irã em 28 de fevereiro. Atualmente, o controle do Estreito de Ormuz pelo Irã, responsável por 20% da produção global de petróleo, coloca o imperialismo em uma situação complicada. Analistas apontam que essa alta no preço do petróleo, que não dá sinais de diminuição, terá um impacto significativo na história econômica, promovendo um abalo de grandes proporções. No início de janeiro deste ano, o preço do barril do petróleo estava em torno de 60 dólares. Após o sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro, esse valor subiu para 70 dólares. Atualmente, o preço está em 100 dólar...
Manifestações contra a invasão ao Irã se espalham pelo globo, mobilizando centenas de pessoas.
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Manifestações contra a invasão ao Irã se espalham pelo globo, mobilizando centenas de pessoas.

Após a agressão covarde de EUA e da entidade nazi-sionista ao Irã, as massas de diversos países, como Paquistão, Iraque, Tunísia e Venezuela, ocuparam as ruas pedindo o fim de mais uma guerra de interesse imperialista contra o povo. As agressões geraram revoltas em todo o mundo, em que as massas ocuparam as ruas para demonstrar repúdio à guerra imperialista e apoio à soberania e ao povo do Irã. A capital Teerã também foi ocupada por manifestantes contrários à ação ianque-sionista, que entoaram gritos de “Morte à América” (referência ao imperialismo ianque, que intitula a si mesmo como “América”). No Brasil, a Liga Anti-Imperialista (LAI) tem convocado manifestações contra a interferência ianque em diversos países. As cidades de Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Maringá, Dourad...
EUA aumenta sua solidão global com ataque militar ao Irã
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EUA aumenta sua solidão global com ataque militar ao Irã

A guerra de agressão iniciada por Estados Unidos (EUA) e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro aprofundou o isolamento político internacional de Washington e Tel Aviv, inclusive entre potências imperialistas intermediárias (o “segundo mundo”) e aliados tradicionais que, em outras crises, costumam ou costumavam se alinhar mais rapidamente à Casa Branca. Em vez de uma adesão aberta à escalada militar, o que predominou nos dias seguintes foram apelos à “contenção”, à “diplomacia” e ao “respeito ao direito internacional”, além de críticas mais duras vindas de potências como China e Rússia e de países semicoloniais como Brasil e África do Sul. O próprio agravamento da guerra levou o Conselho de Segurança da ONU a realizar reunião de urgência no dia seguinte ao ataque. No caso europeu, a demon...
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Possível reviravolta: sionistas e ianques admitem que conflito não resultará no fim político do Irã

O país conhecido como "Grande Satã", os Estados Unidos, e seu aliado na Ásia Ocidental, Israel, foram obrigados a reconhecer que a campanha de bombardeios iniciada em 28 de fevereiro não tem capacidade de derrubar o governo iraniano. Fontes do governo israelense e do Conselho Nacional de Inteligência dos EUA afirmam que mesmo uma guerra em larga escala dificilmente removeria o governo de Teerã, devido à sua força e estabilidade. As autoridades israelenses admitem que não há qualquer sinal de um levante popular iminente, apesar dos ataques aéreos contra o Irã. O ministro das Relações Exteriores de Israel reconheceu que o governo iraniano pode sobreviver a uma guerra, mudando a perspectiva de uma vitória rápida para uma esperança de queda no futuro. O fracasso estratégico da agressão ficou ...
Espanha retira representante diplomático da entidade sionista enquanto Itália condena a guerra de agressão
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Espanha retira representante diplomático da entidade sionista enquanto Itália condena a guerra de agressão

O governo da Espanha decidiu retirar sua embaixadora da entidade nazi-sionista (mal chamada de “Israel”) enquanto a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, fez sua crítica mais contundente até agora à guerra de agressão conduzida pelo Estados Unidos (EUA) e pelos sionistas contra o Irã. Os dois movimentos, anunciados no mesmo dia, expõem as fissuras crescentes entre as potências imperialistas europeias de segunda ordem e Washington, em vez do alinhamento automático que tradicionalmente marcou a OTAN em grandes crises militares, graças às pressões impostas pelas vitórias militares e políticas da Resistência Iraniana. No caso espanhol, a decisão foi formalizada com a destituição da embaixadora Ana María Sálomon Pérez. A representação em Tel Aviv passará a ficar sob a responsabilidade d...