BYD, gigante chinesa, é incluída na lista negra do trabalho escravo ao lado de grandes propriedades rurais
Recentemente, o Ministério do Trabalho e Emprego atualizou a chamada “lista suja do trabalho escravo”, incluindo 169 novos nomes, entre os quais se destacam o conglomerado industrial chinês BYD e o cantor e latifundiário Amado Batista. Com essa nova atualização, o total de empregadores responsabilizados por submeter trabalhadores a condições análogas à escravidão chega a aproximadamente 613. Os casos mais recentes resultaram no resgate de 2.247 pessoas em situações de exploração em várias partes do Brasil.
A “lista suja” é revisada a cada seis meses e contém os nomes de empregadores que foram alvo de processos administrativos com decisões finais e sem possibilidade de apelação. Os nomes permanecem no cadastro por um período de dois anos e podem ser removidos apenas se houver regularização...


