
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua equipe acreditam que não possuem capacidade de reabrir o Estreito de Ormuz, elemento estratégico que tem mantido a superioridade do Irã na guerra, de acordo com fontes da Casa Branca.
O imperialismo norte-americano reconhece a importância de reabrir o ponto de estrangulamento do petróleo controlado pelo Irã como um objetivo crucial para lidar com pressões internas e internacionais decorrentes dos altos preços do petróleo e gás. A situação de controle do Irã tem se tornado um grande problema para a facção do partido Republicano que se prepara para as eleições parlamentares de novembro.
No entanto, membros do governo reconhecem que não podem atingir seus objetivos militares rapidamente e, ao mesmo tempo, prometer reabrir o estreito dentro do mesmo prazo, de acordo com fontes internas.
Trump eleva suas bravatas em meio à guerra
Ao mesmo tempo, Trump continua alegando “conversações de cessar-fogo” com o Irã. O Ministério de Relações Exteriores do Irã negou a alegação feita por Trump, insinuando que o país teria solicitado um cessar-fogo.
Explosões foram relatadas em vários locais da região, incluindo ataques a forças terroristas e militares dos EUA. O presidente iraniano alertou sobre as declarações confusas de Trump e enfatizou a natureza pacífica do povo iraniano.
Nos últimos dias, Trump emitiu uma série de declarações contraditórias, ameaçando abandonar o estreito de Ormuz e pressionando os países europeus. Enquanto isso, o Irã segue reforçando seus ataques e está finalizando um esquema de pedágio no estreito para países que não participem da agressão contra o país.
Reforço militar dos EUA no Oriente Médio
A Marinha dos EUA enviou o terceiro porta-aviões para participar das operações contra o Irã. O novo porta-aviões, batizado de “USS George W. Bush”, será enviado para a região em meio aos ataques da resistência na região. Este envio acontece após problemas com o USS Gerald Ford, que foi retirado de operações devido a diversos contratempos.
