Desafios na FIFA ameaçam a realização da Copa do Mundo Feminina no Brasil

Faltando menos de um ano para o início da Copa do Mundo Feminina, que ocorrerá no Brasil, a principal competição de futebol feminino enfrenta uma séria crise. A possibilidade de as seleções europeias não participarem do torneio está em pauta.

Essa situação surgiu em decorrência da proposta apresentada por Gianni Infantino, que sugere a criação de uma empresa responsável pela gestão dos torneios da FIFA, além de permitir a venda de ações a investidores privados.

Em resposta, a UEFA, que representa as federações europeias, emitiu uma declaração contundente, afirmando que suas seleções não participarão de competições organizadas pela entidade maior do futebol “a menos que essa proposta seja totalmente retirada”.

No comunicado, foi ressaltado que a Copa do Mundo não está à venda e que o processo relacionado à proposta é considerado antidemocrático, com acusações de que a FIFA está utilizando táticas intimidatórias na sua governança. As federações que se opõem à ideia estão sendo ameaçadas com a perda de apoios financeiros.

Caso essa proposta seja aprovada ou se o processo de análise se estender até o próximo ano, as seleções europeias poderão optar por boicotar a Copa do Mundo feminina como forma de protesto. Resta aguardar!

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