Tag: escolas cívico-militares

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Alunos se mobilizam contra instalação de câmeras ocultas em banheiros de escola cívico-militar no Paraná

No dia 20 de outubro, alunos do Colégio Estadual Cívico-Militar Érico Veríssimo, localizado em Cambé (PR), realizaram uma manifestação em protesto contra a presença de câmeras ocultas nos banheiros masculino e feminino da instituição. Os estudantes alegaram que as imagens capturadas eram enviadas para computadores na sala dos monitores militares, que são policiais da reserva responsáveis pela disciplina da escola. Os jovens, que também utilizavam os banheiros para se trocar, pediram explicações à administração da escola. Como resultado da mobilização, a Secretaria de Estado da Educação do Paraná (SEED-PR) decidiu afastar temporariamente os gestores da escola e iniciou uma investigação no dia 21 de outubro. A 4ª Promotoria de Justiça de Cambé também abriu procedimentos nas esferas civil e ...
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Mães relatam pressões e constrangimentos em instituições de ensino militarizadas no DF

Um grupo de mães de alunos do Centro Educacional Myriam Ervilha Cívico-Militar, que é administrado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), levantou sérias preocupações ao relatar que seus filhos estão sendo pressionados a cortar o cabelo para se adequar a normas estéticas militares. Esse regulamento é visto como uma tentativa de obliterar a identidade e a cultura dos estudantes, levando as mães a recorrerem ao Ministério Público da União e ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. A atmosfera nas instituições de ensino é marcada por um constante clima de intimidação. “Os meninos que mudaram o corte estão tristes e usando bonés. Antes, exibiam com orgulho seus cachos; agora, escondem suas cabeças”, contou Fabiana Alves de Carvalho, professora da rede púb...
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Monitor militar ameaça de morte funcionária de escola no Paraná

Uma trabalhadora da área de serviços gerais do Colégio Estadual Cívico-Militar Jardim Maracanã, em Toledo (oeste do Paraná), foi ameaçada com uma arma de fogo dentro da escola no dia 17 de março de 2026 por um monitor militar da unidade identificado como Alcebiades Vieira, que também é envolvido em outros casos de ameaças a alunos. De acordo com o relato da trabalhadora no termo de testemunha, a ameaça foi durante a entrada dos estudantes no colégio, quando os portões ainda estavam trancados. O agressor perguntou sobre o portão fechado e a trabalhadora afirmou não estar com a chave. Nisso, o agressor afirmou que iria estourar o cadeado com um tiro. A trabalhadora tentou mediar a situação e Alcebiades sacou uma arma, apontou para o rosto da funcionária e a ameaçou de morte, além de prof...
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Homenagem do Velho Estado a ministro do regime militar em meio a avanço reacionário da militarização nas escolas de Rondônia

A decisão do governo estadual em Rondônia de restaurar o nome do marechal Oswaldo Cordeiro de Farias em uma escola pública do interior, em Espigão D’Oeste, no dia 3 de março, expõe, mais uma vez, o reacionarismo entranhado nas instituições estatais do estado, fortemente baseadas no poder local latifundiário. Em vez de contratar mais professores, psicólogos, assistentes sociais, médicos ou dentistas para as escolas, o convite permanece só para a polícia. O objetivo é claro: transformar os filhos do povo em agentes da reação e operários pacíficos, domesticando a revolta natural da juventude contra a miséria e a carestia promovidas por um sistema de exploração. O processo chama atenção em um momento em que diversas tropas militarizadas das forças de repressão estão sendo empregadas para rep...