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Irã reafirma apoio incondicional ao Líbano em meio a tensões regionais

O Hezbollah, movimento de resistência do Líbano, intensificou suas atividades contra a ocupação israelense após a violação do acordo de cessar-fogo estabelecido com os Estados Unidos, que previa o término das hostilidades em toda a região da Ásia Ocidental. Em 8 de fevereiro, as Forças de Ocupação israelenses foram responsáveis pela morte de mais de 250 libaneses. Segundo informações do veículo sionista Yedioth Aronoth, a continuidade do conflito contra o Líbano e o Hezbollah visa desarticular as frentes de resistência libanesa e iraniana. Em resposta a essa situação, grupos de resistência anti-imperialista aumentaram suas ameaças contra a coalizão liderada pelos EUA e Israel. O presidente da República Islâmica do Irã, Masoud Pezeshkian, reiterou seu apoio ao povo libanês e à sua luta ar...
Donald Trump, o presidente que espalha boatos: falsas acusações contra o Irã são desmascaradas no Dia da Mentira.
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Donald Trump, o presidente que espalha boatos: falsas acusações contra o Irã são desmascaradas no Dia da Mentira.

Recentemente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um pronunciamento onde afirmou que o Irã está em ruínas e que o regime mudou. No entanto, essas declarações não têm embasamento concreto, conforme verificado por fontes confiáveis. Irã demonstra força e atinge alvos inimigos Apesar das alegações de Trump, líderes importantes do governo e das Forças Armadas iranianas continuam ativos, desmentindo a ideia de que o controle de comando estaria dizimado. Além disso, o Irã possui armamentos avançados que não foram utilizados, o que contrasta com as perdas e danos sofridos pelos EUA em confrontos anteriores. O Irã também reafirmou sua resistência, prometendo aumentar o ritmo de lançamentos de mísseis contra os interesses americanos e israelenses na região. Mesmo com a alegação de...
Estados Unidos se rendem: admitam que não poderão reabrir o Estreito de Ormuz
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Estados Unidos se rendem: admitam que não poderão reabrir o Estreito de Ormuz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua equipe acreditam que não possuem capacidade de reabrir o Estreito de Ormuz, elemento estratégico que tem mantido a superioridade do Irã na guerra, de acordo com fontes da Casa Branca. O imperialismo norte-americano reconhece a importância de reabrir o ponto de estrangulamento do petróleo controlado pelo Irã como um objetivo crucial para lidar com pressões internas e internacionais decorrentes dos altos preços do petróleo e gás. A situação de controle do Irã tem se tornado um grande problema para a facção do partido Republicano que se prepara para as eleições parlamentares de novembro. No entanto, membros do governo reconhecem que não podem atingir seus objetivos militares rapidamente e, ao mesmo tempo, prometer reabrir o estreito dentr...
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Irã recusa nova oferta dos Estados Unidos e define termos para cessar-fogo.

O governo do Irã rejeitou uma proposta dos Estados Unidos para encerrar a guerra nesta semana, afirmando que o conflito só terminará nos termos e no cronograma determinados por Teerã. Um alto funcionário político iraniano destacou em entrevista exclusiva à imprensa local que o país não permitirá que o presidente americano dite o momento do fim da guerra, e continuará a se defender e atacar o inimigo até que suas condições sejam atendidas. As demandas iranianas incluem o fim das agressões, indenizações e reparos, e o reconhecimento da soberania iraniana sobre o Estreito de Ormuz. A vantagem iraniana no conflito O cientista político John Mearsheimer afirmou que o Irã está em vantagem na guerra contra os EUA e Israel, devido ao controle sobre as repercussões econômicas do conflito. Ele aler...
Irã estabelece local de sepultamento para americanos em Kharg e fortalece defesas contra potencial invasão
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Irã estabelece local de sepultamento para americanos em Kharg e fortalece defesas contra potencial invasão

Lideranças iranianas afirmaram que uma possível invasão terrestre dos Estados Unidos (EUA) à ilha de Kharg, no norte do Golfo Pérsico, resultaria em "custos elevados e consequências graves" para as tropas americanas. O comandante das forças terrestres do Exército do Irã, general de brigada Ali Jahanshahi, enfatizou que "uma guerra terrestre será mais perigosa, mais cara e irreparável para eles", em uma clara referência aos EUA. Essas declarações surgem em meio a relatos de que o governo liderado por Donald Trump está considerando uma operação militar para invadir e ocupar a ilha de Kharg, como forma de pressionar o Irã a reabrir o Estreito de Ormuz, uma rota crucial para o comércio global de petróleo e gás. O cenário atual marca um aumento nas tensões entre o Irã e os EUA, com um cresce...
Assista: Trump enfrenta obstáculos da Resistência e planeja ocupação de ilha iraniana – A Propósito #357
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Assista: Trump enfrenta obstáculos da Resistência e planeja ocupação de ilha iraniana – A Propósito #357

Neste episódio #357, vamos receber o pesquisador Mansur Peixoto, fundador do projeto História Islâmica, para discutir os desdobramentos da resistência nacional iraniana, que está tendo um papel de destaque e impondo suas condições sobre os imperialistas e nazi-sionistas. Estes, por sua vez, estão sendo derrotados estrategicamente e isolados politicamente, direcionando seus ataques para a ilha de Kharg. A transmissão ao vivo acontecerá hoje (19/03) às 19h no YouTube.
Irã cogita fechar rota comercial vital; Preocupação com escassez de energia aumenta nas próximas semanas
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Irã cogita fechar rota comercial vital; Preocupação com escassez de energia aumenta nas próximas semanas

O Irã levantou a possibilidade de abrir uma nova frente de conflito no Estreito de Bab el-Mandeb, uma via marítima crucial por onde passa cerca de 12% do petróleo global transportado por via marítima, além de uma parcela significativa de gás natural liquefeito. Essa ameaça seria uma resposta a potenciais ataques a ilhas iranianas ou território do Irã por forças americanas e sionistas, conforme relatado por uma fonte militar à agência Tasnim. Essa rota, localizada entre Djibuti, Eritreia e Iêmen, é vital para o comércio mundial de energia. A fonte destacou que ações hostis no Golfo Pérsico ou Mar de Omã poderiam levar o Irã a iniciar "outras frentes" de combate, aumentando os custos para os adversários em vez de favorecê-los. O Irã está preparado para agir no Estreito de Bab el-Mandeb e al...
Guarda Revolucionária do Irã ameaça acabar com ‘Satanyahu’
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Guarda Revolucionária do Irã ameaça acabar com ‘Satanyahu’

Enquanto o carniceiro Donald Trump tenta, por meio de bravatas e terrorismo aéreo, dobrar a espinha dorsal da nação iraniana, a Guarda Revolucionária do Irã (GRI) emitiu um veredito implacável: a promessa de caçar e aniquilar o fuhrer nazi-sionista, Benjamin Satanyahu. “Se este criminoso assassino de crianças estiver vivo, continuaremos a persegui-lo e matá-lo com toda a força”, declarou a Guarda em seu portal oficial, selando o destino de Satanyahu. A declaração de guerra direta ao chefete sionista ocorre no momento em que a farsa da "coalizão internacional" de Trump demonstra estar indo por água abaixo. Em um revés diplomático humilhante para o "Grande Satã", EUA, ao menos oito países — Alemanha, Espanha, Itália, Grécia, Dinamarca, Japão, Austrália e Reino Unido — rejeitaram abertamen...
Os EUA registram mais de 3,2 mil baixas em semana de confrontos com o Irã.
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Os EUA registram mais de 3,2 mil baixas em semana de confrontos com o Irã.

Mais de 3,2 mil militares ianques foram mortos ou ficaram feridos durante a primeira semana de retaliação iraniana contra os ataques coordenados com a entidade sionista autoproclamada “israel”, iniciados no dia 28 de fevereiro. A informação é da imprensa iraniana, citando um alto funcionário da inteligência do país. Ao todo, mais de 200 ianques foram mortos durante os bombardeios iranianos às bases militares do EUA na região do Golfo Pérsico e ao menos 3 mil ficaram feridos. O relatório apresentado afirmou que o Pentágono possui grandes problemas de logística, com 43% do armamento ianque na região destruído ou inutilizável com a retaliação histórica da nação iraniana. Citando as perdas, o relatório aponta a destruição de 150 plataformas de lançamento de mísseis e a inutilização de 23 si...
Irã provoca aumento nos preços do petróleo ao controlar Estreito de Ormuz, pressionando os Estados Unidos.
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Irã provoca aumento nos preços do petróleo ao controlar Estreito de Ormuz, pressionando os Estados Unidos.

Nesta segunda-feira, dia 9 de março, o mercado financeiro foi impactado com o preço do barril do petróleo atingindo 119 dólares. Esse aumento representa um crescimento de 65% desde o início da agressão militar ao Irã em 28 de fevereiro. Atualmente, o controle do Estreito de Ormuz pelo Irã, responsável por 20% da produção global de petróleo, coloca o imperialismo em uma situação complicada. Analistas apontam que essa alta no preço do petróleo, que não dá sinais de diminuição, terá um impacto significativo na história econômica, promovendo um abalo de grandes proporções. No início de janeiro deste ano, o preço do barril do petróleo estava em torno de 60 dólares. Após o sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro, esse valor subiu para 70 dólares. Atualmente, o preço está em 100 dólar...