Tag: Luta anti-imperialista

Guarda Revolucionária do Irã ameaça acabar com ‘Satanyahu’
Mundo

Guarda Revolucionária do Irã ameaça acabar com ‘Satanyahu’

Enquanto o carniceiro Donald Trump tenta, por meio de bravatas e terrorismo aéreo, dobrar a espinha dorsal da nação iraniana, a Guarda Revolucionária do Irã (GRI) emitiu um veredito implacável: a promessa de caçar e aniquilar o fuhrer nazi-sionista, Benjamin Satanyahu. “Se este criminoso assassino de crianças estiver vivo, continuaremos a persegui-lo e matá-lo com toda a força”, declarou a Guarda em seu portal oficial, selando o destino de Satanyahu. A declaração de guerra direta ao chefete sionista ocorre no momento em que a farsa da "coalizão internacional" de Trump demonstra estar indo por água abaixo. Em um revés diplomático humilhante para o "Grande Satã", EUA, ao menos oito países — Alemanha, Espanha, Itália, Grécia, Dinamarca, Japão, Austrália e Reino Unido — rejeitaram abertamen...
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Internacionalmente isolados, EUA questionam liderança de Trump internamente.

Nesta terça-feira, 17 de março, o diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo do governo ianque, Joseph Kent, renunciou ao cargo em protesto a guerra contra o Irã. Em carta enviada ao canídeo Donald Trump, Kent, um veterano da reação com 11 missões de “combate ao terrorismo” em nome do imperialismo ianque, admitiu que o Irã não representava "ameaça iminente" e que o Estados Unidos foi arrastado por pressão da entidade sionista “israel” e de seu “poderoso lobby” no EUA. O ex-diretor afirmou que Trump abandonou sua plataforma de "América Primeiro" para repetir o desastroso erro da Guerra do Iraque. O impacto é devastador para a imagem de "líder decidido" que o republicano tenta manter, revelando que mesmo entre os setores mais conservadores do aparelho de inteligência, a agressão ao Ir...
Os EUA registram mais de 3,2 mil baixas em semana de confrontos com o Irã.
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Os EUA registram mais de 3,2 mil baixas em semana de confrontos com o Irã.

Mais de 3,2 mil militares ianques foram mortos ou ficaram feridos durante a primeira semana de retaliação iraniana contra os ataques coordenados com a entidade sionista autoproclamada “israel”, iniciados no dia 28 de fevereiro. A informação é da imprensa iraniana, citando um alto funcionário da inteligência do país. Ao todo, mais de 200 ianques foram mortos durante os bombardeios iranianos às bases militares do EUA na região do Golfo Pérsico e ao menos 3 mil ficaram feridos. O relatório apresentado afirmou que o Pentágono possui grandes problemas de logística, com 43% do armamento ianque na região destruído ou inutilizável com a retaliação histórica da nação iraniana. Citando as perdas, o relatório aponta a destruição de 150 plataformas de lançamento de mísseis e a inutilização de 23 si...
Manifestações contra a invasão ao Irã se espalham pelo globo, mobilizando centenas de pessoas.
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Manifestações contra a invasão ao Irã se espalham pelo globo, mobilizando centenas de pessoas.

Após a agressão covarde de EUA e da entidade nazi-sionista ao Irã, as massas de diversos países, como Paquistão, Iraque, Tunísia e Venezuela, ocuparam as ruas pedindo o fim de mais uma guerra de interesse imperialista contra o povo. As agressões geraram revoltas em todo o mundo, em que as massas ocuparam as ruas para demonstrar repúdio à guerra imperialista e apoio à soberania e ao povo do Irã. A capital Teerã também foi ocupada por manifestantes contrários à ação ianque-sionista, que entoaram gritos de “Morte à América” (referência ao imperialismo ianque, que intitula a si mesmo como “América”). No Brasil, a Liga Anti-Imperialista (LAI) tem convocado manifestações contra a interferência ianque em diversos países. As cidades de Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Maringá, Dourad...
EUA aumenta sua solidão global com ataque militar ao Irã
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EUA aumenta sua solidão global com ataque militar ao Irã

A guerra de agressão iniciada por Estados Unidos (EUA) e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro aprofundou o isolamento político internacional de Washington e Tel Aviv, inclusive entre potências imperialistas intermediárias (o “segundo mundo”) e aliados tradicionais que, em outras crises, costumam ou costumavam se alinhar mais rapidamente à Casa Branca. Em vez de uma adesão aberta à escalada militar, o que predominou nos dias seguintes foram apelos à “contenção”, à “diplomacia” e ao “respeito ao direito internacional”, além de críticas mais duras vindas de potências como China e Rússia e de países semicoloniais como Brasil e África do Sul. O próprio agravamento da guerra levou o Conselho de Segurança da ONU a realizar reunião de urgência no dia seguinte ao ataque. No caso europeu, a demon...
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Possível reviravolta: sionistas e ianques admitem que conflito não resultará no fim político do Irã

O país conhecido como "Grande Satã", os Estados Unidos, e seu aliado na Ásia Ocidental, Israel, foram obrigados a reconhecer que a campanha de bombardeios iniciada em 28 de fevereiro não tem capacidade de derrubar o governo iraniano. Fontes do governo israelense e do Conselho Nacional de Inteligência dos EUA afirmam que mesmo uma guerra em larga escala dificilmente removeria o governo de Teerã, devido à sua força e estabilidade. As autoridades israelenses admitem que não há qualquer sinal de um levante popular iminente, apesar dos ataques aéreos contra o Irã. O ministro das Relações Exteriores de Israel reconheceu que o governo iraniano pode sobreviver a uma guerra, mudando a perspectiva de uma vitória rápida para uma esperança de queda no futuro. O fracasso estratégico da agressão ficou ...
Polícia Militar de RS detém manifestante durante protesto no consulado americano em Porto Alegre.
Brasil

Polícia Militar de RS detém manifestante durante protesto no consulado americano em Porto Alegre.

Policiais Militares impediram a realização de um ato anti-imperialista em frente ao consulado ianque de Porto Alegre, no dia 9 de março. Os manifestantes, organizados pela Frente Gaucha de Solidariedade ao Povo Palestino, pretendiam organizar um ato em solidariedade ao povo do Irã e sua resistência contra ao terrorismo do imperialismo ianque, homenageando as 168 crianças assassinadas pelo imperialismo ianque em uma escola em Minab, no sul do país. Os manifestantes se dirigiram ao consulado por volta das 19h, onde construíram uma homenagem utilizando fotos das crianças e bonecos de pano para representar os corpos, antes mesmo do ato começar, foram cercados por policiais militares mascarados e armados de fuzis, que renderam todos, impedindo o início do ato. Um transeunte que passava ao lado...