Tag: Amarelinhas

Tony Bellotto fala sobre os Titãs: “Redescobrimos a conexão e a alegria
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Tony Bellotto fala sobre os Titãs: “Redescobrimos a conexão e a alegria

Fascinado pela filosofia zen-budista, que enfatiza a importância do momento presente, Tony Bellotto está celebrando sua trajetória. Aos 65 anos, ele se encontra em turnê com o espetáculo Titãs – Cabeça Dinossauro 40 Anos, uma homenagem ao álbum que marcou um ponto crucial na história da banda, atualmente composta por ele, Branco Mello e Sérgio Britto. Esse período positivo surge após um grande desafio enfrentado pelo músico há dois anos, quando, durante um exame de rotina, foi diagnosticado com câncer no pâncreas. Após a surpresa inicial, ele decidiu encarar o tratamento de forma pragmática — a experiência de Branco Mello, que também lutou contra a doença desde 2018 e seguiu firme em sua carreira, foi crucial para manter uma rotina normal. Bellotto passou por uma cirurgia em abril de 20...
Taís Araujo: “Nossa essência vai além da dor
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Taís Araujo: “Nossa essência vai além da dor

Às vésperas de completar 40 anos, uma mulher decide se libertar das normas que a condicionaram a buscar aceitação — e, com essa decisão, inicia uma transformação que é tanto pessoal quanto social. Durante essa jornada, ela encontra duas mulheres que expõem as feridas de uma geração que se sente perdida nas mudanças do mundo: uma idosa de 90 anos, que dedicou sua vida à luta pelos direitos civis, e uma jovem que não necessita mais pedir autorização para existir. + Para receber VEJA RIO em sua casa, clique aqui A obra da autora britânica Amanda Wilkin rapidamente ressoou com Taís Araujo, que traz o texto para os palcos no espetáculo Mudando de Pele, com estreia marcada para quinta-feira (23), no Sesc Ginástico. Essa produção representa seu retorno aos palcos após um intervalo de cinco ano...
Ivan Lins afirma: “A verdadeira indignação surge do amor”
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Ivan Lins afirma: “A verdadeira indignação surge do amor”

Aos 18 anos, Ivan Lins viu um pianista tocando bossa nova na televisão e decidiu que seguiria o mesmo caminho. Passou noites na Tijuca aprendendo a tocar o instrumento de ouvido, de forma autodidata, e iniciou a trajetória artística em 1968, em festivais universitários Brasil afora. + Para receber VEJA RIO em casa, clique aqui Todo o percurso desde então é resgatado em seu novo show, no sábado (11), no Qualistage, em que também celebra as oito décadas de vida recém-completadas. No palco, ele promete uma viagem por hits como Madalena, que estourou na voz de Elis Regina (1945-1982), e Lembra de Mim, tema de abertura da novela História de Amor (1995). Sucessos não faltam em seus mais de cinquenta discos e 800 composições, que renderam cinco prêmios do Grammy Latino e uma homenagem na categ...
Erika Januza afirma: “Optei por não me limitar”
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Erika Januza afirma: “Optei por não me limitar”

Quando deixou Contagem, em Minas Gerais, para assumir um papel na série Suburbia (2012), Erika Januza pediu que não mexessem em seu cargo na secretaria de uma escola. Achava que era sorte passageira e logo voltaria à rotina. Quase quinze anos depois, a exceção virou regra. Aos 40 anos, a atriz soma inúmeros personagens na TV e no cinema, e atravessa uma das fases mais intensas da carreira: está no ar em Dona Beja, novela com selo da HBO Max, exibida pela Band; voltará no final de abril ao quadro de apresentadoras do programa Saia Justa, do GNT; e estreia na segunda (16) como Niara, a rainha de Batanga, no folhetim global das 6, A Nobreza do Amor. Na trama, que se desenrola no Brasil, mas em profunda conexão com a África, ela dá vida à mãe da protagonista (Duda Santos) e precisa fugir junt...