Celular ofusca espetáculo e desvia foco de atores e espectadores
A recente controvérsia envolvendo artistas e a influência de smartphones em peças teatrais trouxe à tona o debate sobre a etiqueta cultural. A presença de telas iluminadas e os sons de notificações interrompem a atenção do público, impactando severamente as atuações. Um exemplo marcante dessa situação ocorreu com o ator Eduardo Moscovis, que pausou sua apresentação do monólogo O Motociclista no Globo da Morte, em São Paulo, para solicitar que uma espectadora desligasse seu celular – a mulher, alheia à chamada, não reagiu de imediato. Em um episódio similar, no final de 2025, Mateus Solano agrediu levemente o dispositivo de um espectador que o filmava de maneira invasiva durante O Figurante, em Santa Rosa, no Rio Grande do Sul. Embora ambas as apresentações tenham prosseguido, a situação ev...

