Café Fluminense ganha destaque nas mesas do Rio de Janeiro

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No último dia 16 de julho, o Instituto Bazzar inaugurou em sua sede localizada no Jardim Botânico o projeto Café de Origem RJ. A iniciativa tem como objetivo promover e valorizar os cafés especiais cultivados no Estado. Cristiana Beltrão, fundadora do Bazzar, enfatizou: “O café é um dos nossos principais atrativos para o turismo gastronômico, figurando entre os três produtos mais mencionados por turistas estrangeiros ao falarem da culinária brasileira, junto com o açaí e a cachaça.”

Como parte desta ação, entre os dias 24 e 26 de julho, estabelecimentos localizados na Rua Garcia D’Ávila, em Ipanema, oferecerão uma seleção de cafés especiais escolhidos pelo Bazzar. Essa seleção incluirá grãos provenientes do Alto Noroeste Fluminense, como os cafés Marteline (da Fazenda São Mamede), Manduca (da Fazenda Cachoeira) e Pelegrini (do Sítio Arataca).

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Durante o evento de lançamento, produtores locais, chefs renomados e amantes do café saíram encantados pelos sabores dos cafés fluminenses.

Segundo Cristiana, ainda existe um longo trajeto para que o café local alcance o reconhecimento que merece. “Atualmente, quando alguém solicita um ‘cafezinho’, frequentemente recebe uma bebida sem identidade ou origem. O próprio uso do diminutivo reduz a importância do café. É surpreendente descobrir que há produtores nas proximidades que adotam práticas sustentáveis e sociais responsáveis, oferecendo cafés premiados de qualidade excepcional”, provocou ela.

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