Tag: Luta anti-imperialista

Estados Unidos se rendem: admitam que não poderão reabrir o Estreito de Ormuz
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Estados Unidos se rendem: admitam que não poderão reabrir o Estreito de Ormuz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua equipe acreditam que não possuem capacidade de reabrir o Estreito de Ormuz, elemento estratégico que tem mantido a superioridade do Irã na guerra, de acordo com fontes da Casa Branca. O imperialismo norte-americano reconhece a importância de reabrir o ponto de estrangulamento do petróleo controlado pelo Irã como um objetivo crucial para lidar com pressões internas e internacionais decorrentes dos altos preços do petróleo e gás. A situação de controle do Irã tem se tornado um grande problema para a facção do partido Republicano que se prepara para as eleições parlamentares de novembro. No entanto, membros do governo reconhecem que não podem atingir seus objetivos militares rapidamente e, ao mesmo tempo, prometer reabrir o estreito dentr...
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Irã recusa nova oferta dos Estados Unidos e define termos para cessar-fogo.

O governo do Irã rejeitou uma proposta dos Estados Unidos para encerrar a guerra nesta semana, afirmando que o conflito só terminará nos termos e no cronograma determinados por Teerã. Um alto funcionário político iraniano destacou em entrevista exclusiva à imprensa local que o país não permitirá que o presidente americano dite o momento do fim da guerra, e continuará a se defender e atacar o inimigo até que suas condições sejam atendidas. As demandas iranianas incluem o fim das agressões, indenizações e reparos, e o reconhecimento da soberania iraniana sobre o Estreito de Ormuz. A vantagem iraniana no conflito O cientista político John Mearsheimer afirmou que o Irã está em vantagem na guerra contra os EUA e Israel, devido ao controle sobre as repercussões econômicas do conflito. Ele aler...
Irã estabelece local de sepultamento para americanos em Kharg e fortalece defesas contra potencial invasão
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Irã estabelece local de sepultamento para americanos em Kharg e fortalece defesas contra potencial invasão

Lideranças iranianas afirmaram que uma possível invasão terrestre dos Estados Unidos (EUA) à ilha de Kharg, no norte do Golfo Pérsico, resultaria em "custos elevados e consequências graves" para as tropas americanas. O comandante das forças terrestres do Exército do Irã, general de brigada Ali Jahanshahi, enfatizou que "uma guerra terrestre será mais perigosa, mais cara e irreparável para eles", em uma clara referência aos EUA. Essas declarações surgem em meio a relatos de que o governo liderado por Donald Trump está considerando uma operação militar para invadir e ocupar a ilha de Kharg, como forma de pressionar o Irã a reabrir o Estreito de Ormuz, uma rota crucial para o comércio global de petróleo e gás. O cenário atual marca um aumento nas tensões entre o Irã e os EUA, com um cresce...
Assista: Trump enfrenta obstáculos da Resistência e planeja ocupação de ilha iraniana – A Propósito #357
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Assista: Trump enfrenta obstáculos da Resistência e planeja ocupação de ilha iraniana – A Propósito #357

Neste episódio #357, vamos receber o pesquisador Mansur Peixoto, fundador do projeto História Islâmica, para discutir os desdobramentos da resistência nacional iraniana, que está tendo um papel de destaque e impondo suas condições sobre os imperialistas e nazi-sionistas. Estes, por sua vez, estão sendo derrotados estrategicamente e isolados politicamente, direcionando seus ataques para a ilha de Kharg. A transmissão ao vivo acontecerá hoje (19/03) às 19h no YouTube.
Guarda Revolucionária do Irã ameaça acabar com ‘Satanyahu’
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Guarda Revolucionária do Irã ameaça acabar com ‘Satanyahu’

Enquanto o carniceiro Donald Trump tenta, por meio de bravatas e terrorismo aéreo, dobrar a espinha dorsal da nação iraniana, a Guarda Revolucionária do Irã (GRI) emitiu um veredito implacável: a promessa de caçar e aniquilar o fuhrer nazi-sionista, Benjamin Satanyahu. “Se este criminoso assassino de crianças estiver vivo, continuaremos a persegui-lo e matá-lo com toda a força”, declarou a Guarda em seu portal oficial, selando o destino de Satanyahu. A declaração de guerra direta ao chefete sionista ocorre no momento em que a farsa da "coalizão internacional" de Trump demonstra estar indo por água abaixo. Em um revés diplomático humilhante para o "Grande Satã", EUA, ao menos oito países — Alemanha, Espanha, Itália, Grécia, Dinamarca, Japão, Austrália e Reino Unido — rejeitaram abertamen...
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Internacionalmente isolados, EUA questionam liderança de Trump internamente.

Nesta terça-feira, 17 de março, o diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo do governo ianque, Joseph Kent, renunciou ao cargo em protesto a guerra contra o Irã. Em carta enviada ao canídeo Donald Trump, Kent, um veterano da reação com 11 missões de “combate ao terrorismo” em nome do imperialismo ianque, admitiu que o Irã não representava "ameaça iminente" e que o Estados Unidos foi arrastado por pressão da entidade sionista “israel” e de seu “poderoso lobby” no EUA. O ex-diretor afirmou que Trump abandonou sua plataforma de "América Primeiro" para repetir o desastroso erro da Guerra do Iraque. O impacto é devastador para a imagem de "líder decidido" que o republicano tenta manter, revelando que mesmo entre os setores mais conservadores do aparelho de inteligência, a agressão ao Ir...
Os EUA registram mais de 3,2 mil baixas em semana de confrontos com o Irã.
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Os EUA registram mais de 3,2 mil baixas em semana de confrontos com o Irã.

Mais de 3,2 mil militares ianques foram mortos ou ficaram feridos durante a primeira semana de retaliação iraniana contra os ataques coordenados com a entidade sionista autoproclamada “israel”, iniciados no dia 28 de fevereiro. A informação é da imprensa iraniana, citando um alto funcionário da inteligência do país. Ao todo, mais de 200 ianques foram mortos durante os bombardeios iranianos às bases militares do EUA na região do Golfo Pérsico e ao menos 3 mil ficaram feridos. O relatório apresentado afirmou que o Pentágono possui grandes problemas de logística, com 43% do armamento ianque na região destruído ou inutilizável com a retaliação histórica da nação iraniana. Citando as perdas, o relatório aponta a destruição de 150 plataformas de lançamento de mísseis e a inutilização de 23 si...
Manifestações contra a invasão ao Irã se espalham pelo globo, mobilizando centenas de pessoas.
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Manifestações contra a invasão ao Irã se espalham pelo globo, mobilizando centenas de pessoas.

Após a agressão covarde de EUA e da entidade nazi-sionista ao Irã, as massas de diversos países, como Paquistão, Iraque, Tunísia e Venezuela, ocuparam as ruas pedindo o fim de mais uma guerra de interesse imperialista contra o povo. As agressões geraram revoltas em todo o mundo, em que as massas ocuparam as ruas para demonstrar repúdio à guerra imperialista e apoio à soberania e ao povo do Irã. A capital Teerã também foi ocupada por manifestantes contrários à ação ianque-sionista, que entoaram gritos de “Morte à América” (referência ao imperialismo ianque, que intitula a si mesmo como “América”). No Brasil, a Liga Anti-Imperialista (LAI) tem convocado manifestações contra a interferência ianque em diversos países. As cidades de Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Maringá, Dourad...
EUA aumenta sua solidão global com ataque militar ao Irã
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EUA aumenta sua solidão global com ataque militar ao Irã

A guerra de agressão iniciada por Estados Unidos (EUA) e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro aprofundou o isolamento político internacional de Washington e Tel Aviv, inclusive entre potências imperialistas intermediárias (o “segundo mundo”) e aliados tradicionais que, em outras crises, costumam ou costumavam se alinhar mais rapidamente à Casa Branca. Em vez de uma adesão aberta à escalada militar, o que predominou nos dias seguintes foram apelos à “contenção”, à “diplomacia” e ao “respeito ao direito internacional”, além de críticas mais duras vindas de potências como China e Rússia e de países semicoloniais como Brasil e África do Sul. O próprio agravamento da guerra levou o Conselho de Segurança da ONU a realizar reunião de urgência no dia seguinte ao ataque. No caso europeu, a demon...
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Possível reviravolta: sionistas e ianques admitem que conflito não resultará no fim político do Irã

O país conhecido como "Grande Satã", os Estados Unidos, e seu aliado na Ásia Ocidental, Israel, foram obrigados a reconhecer que a campanha de bombardeios iniciada em 28 de fevereiro não tem capacidade de derrubar o governo iraniano. Fontes do governo israelense e do Conselho Nacional de Inteligência dos EUA afirmam que mesmo uma guerra em larga escala dificilmente removeria o governo de Teerã, devido à sua força e estabilidade. As autoridades israelenses admitem que não há qualquer sinal de um levante popular iminente, apesar dos ataques aéreos contra o Irã. O ministro das Relações Exteriores de Israel reconheceu que o governo iraniano pode sobreviver a uma guerra, mudando a perspectiva de uma vitória rápida para uma esperança de queda no futuro. O fracasso estratégico da agressão ficou ...